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HP, Valve e Microsoft estão desenvolvendo óculos de veras virtual

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Devido ao lançamento do Half-Life: Alyx e a chuva de elogios que o jogo vem recebendo, esta semana os óculos de veras virtual voltaram a ser destaque na prelo mundial. Talvez não seja coincidência logo que a HP tenha divulgado justamente agora a sua intenção de explorar melhor leste segmento. E pormenor, com a ajuda de outras duas gigantes.

HP - óculos de realidade virtual

Embora não tenha revelado muitos detalhes do projeto, a empresa publicou uma página no seu site e a primeira coisa que labareda a atenção é a imagem que mostra um pouco do seu horizonte head-mounted display. Ou por outra, eles afirmam que através de uma colaboração com a Valve e a Microsoft, os “óculos de veras virtual da próxima geração da HP entregará uma experiência mais imersiva, confortável e conciliável do que aqueles da geração anterior”, dizendo ainda que o aparelho será “o novo padrão em RV”.

Essas mesmas informações podem ser encontradas numa página disponível no Steam e de convenção com algumas especulações que já começam a passar a internet, o aparelho pode ser uma versão aperfeiçoada do Reverb. Lançado em 2019 e custando US$ 649, estes óculos de veras virtual da HP chamaram a atenção de algumas pessoas por entregar uma solução de 2160 x 2120 pixels, o que significa quase o duplo do que temos no Oculus Rift e no HTC Vive (1080 x 1200 pixels), além de superar com folga os 1440 x 1660 pixels do Samsung Odyssey e do HTC Vive Pro.

Porém, um pormenor importante em relação ao Reverb é que ele era voltado para o uso mercantil. Já no caso deste novo dispositivo, a simples participação da Valve já nos faz confiar que a...

HP esteja mirando no consumidor generalidade, ou mais precisamente, os gamers. Também não acho excesso manifestar que, oferecido o histórico, podemos esperar um aparelho no mínimo tão “poderoso” quanto aqueles que já temos no mercado.

Sobre Left 4 Dead, Portal e Half-Life

E já que estamos falando de horizonte, Valve e veras virtual, aproveito para passar algumas explicações feitas pela empresa em relação a algumas das suas principais franquias, começando pelo Half-Life. De conciliação com o level designer Dario Casali, não existe um motivo específico para eles nunca terem lançado um terceiro incidente para o Half-Life 2 ou mesmo um Half-Life 3, mas sim um conjunto de razões.

Do susto de passarem a sensação de estarem sendo oportunistas ao lançarem expansões menores, a ideias que simplesmente não eram boas o suficiente, a empresa ainda havia aprendido com o Half Life 2 que desenvolver um jogo ao mesmo tempo que uma engine não era uma coisa simples.

No caso do Left 4 Dead 3, o programador/designer Robin Walker disse que enquanto estavam desenvolvendo a Source 2, eles aproveitaram partes dos estágios da série para fazer testes e esse material acabou vazando há alguns anos. Ou por outra, apesar deles terem cogitado trabalhar em um novo capítulo para a franquia, no momento tal projeto não está em desenvolvimento e na verdade nunca esteve.

Por término, Walker também revelou que em determinado momento a Valve passou a estudar quais títulos poderiam ser criados tendo os óculos de veras virtual porquê foco e um que chegou a ir para as pranchetas foi o Portal VR. Porém, leste projeto não chegou a continuar muito e o motivo pura e simplesmente foi que a sua mecânica não funcionaria muito muito com as limitações de movimentos que a tecnologia impõe.

Segundo ele, limitar a movimentação dos jogadores em alguma coisa porquê o Portal prejudicaria muito a forma porquê os quebra-cabeças funcionam na série e para entender melhor o que ele está falando, dê uma olhada na maneira porquê os jogadores se locomovem no Half-Life: Alyx.

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