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O Galaxy Tab S7 é secção do ecossistema lançado pela Samsung no segundo semestre do ano pretérito, que inclui o Galaxy Buds Live, Galaxy Watch 3, Galaxy Note 20 e Note 20 Ultra, que já analisamos anteriormente. Ele substitui o Galaxy Tab S6 porquê padrão de superior desempenho da gigante sul-coreana, mas tratamos cá do padrão de ingressão, pois ainda há um padrão Plus.

Esse cimalha desempenho é guardado pelo chipset Qualcomm Snapdragon 865 Plus, combinado com 8GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno na versão vendida no Brasil. Esse conjunto é o suficiente para dar conta de trocar o notebook por ele? É o que você confere nessa estudo do TudoCelular.

Design, construo e tela


A Samsung adotou uma construção premium para seu mais novo tablet, exceto por um importante pormenor, a tela, que falaremos mais para frente. Os frames laterais são fabricados em metal na cor cinza chumbo, que é a mesma da traseira. Por falar nela, temos cá uma construção discreta. Há um pequeno módulo que abriga as duas câmeras e um imã para acoitar a caneta S Pen.

Ou por outra, há os sensores das antenas e os logos da Samsung e AKG, que assina o som do dispositivo. Um pormenor é que, nessa geração, a Samsung assume que seu modo de uso é nivelado, e não vertical, já que a câmera frontal é fica centralizada na borda que abriga os botões de volume, gaveta de chip e o botão de virilidade e sensor de impressões digitais.

Em medidas, temos 253.8 x 165.3 x 6.3 mm e 500g de peso, pouco mais do que dois Galaxy S21 Ultra, por exemplo. É um pouco mais pesado que o Tab S6 Lite, lançado ainda em 2020 e precisamos referir cá uma perda. O padrão doado pela Samsung para testes não vem com a envoltório protetora na caixa, o que atrapalha a experiência, já que a presença da envoltório ajuda a nivelar a caneta e também é fundamental na proteção da tela. Sem envoltório, um movimento pode tirar a caneta de sua base magnética, o que é um risco de perda de um inferior fundamental para o uso do tablet.

Há bordas menores cá, ainda acentuadas, mas dentro daquilo que a Samsung trabalha para seus tablets e menores que as vistas em seus concorrentes. E por falar em tela, temos cá o primeiro namoro da versão generalidade quando comparada à versão Plus: o display é um TFT, com 11 polegadas, enquanto seu irmão mais robusto tem tela AMOLED de 12 polegadas. TFT é, aliás, o mesmo material do display do Tab S6, que analisamos no ano pretérito, que era um padrão intermediário com suporte a S Pen.

Não dá para expor que é uma tela ruim, já que atinge fulgor sumo de XXX lux ao ar livre e oferece ótima qualidade de visualização para jogos, vídeos e imagens, mas um tablet premium merecia o que a Samsung faz de melhor em tela, que é o seu Super ou Dynamic AMOLED. Em imagens escuras, com preto, os pixels não desligam, embora o resultado não seja uma cor acinzentada. É um preto de boa qualidade, mas não tão profundo quanto um AMOLED. É provável escolher entre os modos procedente e vívido, sem a possibilidade de calibração de cores.

O lado bom é que cá há a possibilidade de aproveitar os 120Hz que a tela oferece em solução adaptável, o que já é uma evolução em relação ao que acontecia nos Galaxy S20, que alternam entre 60Hz e 120Hz. Cá, a própria One UI saberá quando aumentar ou diminuir a taxa de atualização da tela.

Desempenho e sistema


Embora a Samsung diga que Exynos e Snapdragon têm desempenhos semelhantes no uso do dia a dia, a maioria dos que leem e comentam nossas notícias e vídeos preferem o chip fabricado pela Qualcomm. Logo, para esses, uma boa notícia: por cá a Samsung utiliza o Snapdragon 865 Plus, uma versão com overclock para superior desempenho, mormente em jogos. E isso, combinado com 8GB de RAM e 256 GB de armazenamento expansível via microSD – possibilidade que foi tirada na risco Galaxy S21 – garantem um desempenho de top de risca, capaz de rodar qualquer aplicativo disponível na Play Store ou Galaxy Store.

Isso inclui jogos porquê Call of Duty e Asphalt 9 com gráficos no sumo, além de F1 2020 e PES 2020, que também rodaram sem engasgos. No caso do game de futebol da Konami, a experiência aconteceu sem perda de frames, o que acontece no S20 Ultra com Exynos 990. Os 8GB de RAM dão ainda conta de usar até mesmo aplicativos pesados sem esquentar, já que a dissipação de calor cá acontece de forma dissemelhante do que ocorre num celular. O som cá é estéreo e se aproveita de quatro tá-falantes e do som com assinatura da AKG para oferecer uma experiência imersiva.

Essa performance é combinada com a interface da Samsung, a One UI na versão 3.1, que está presente somente nos tops de risca recém-chegados da Samsung. A customização do Android da gigante sul-coreana é uma das melhores presentes no segmento e a Samsung trabalhou em uma otimização para tablets, com algumas coisas que fazem sentido, porquê um pintura rápido que pode ser acessado à direita, esquerda ou pelo meio da tela, uma modo de tela dividida que faz mais sentido e outros diferenciais, que vamos falar a seguir.

O problema é que nem sempre uma boa interface de Android para celular se reflete tão muito em um tablet. E o resultado disso é que ainda falta um pouco para que a One UI e o próprio Android aproveitem o que uma tela maior e em dissemelhante proporção pode oferecer para o tablet. Os ícones ficam grandes e a sensação é de que os conteúdos ficam muito esticados. Se em funcionalidades algumas coisas já fazem mais sentido, visualmente ainda há o que melhorar.

Precisamos falar também da bateria, de 8000mAh, que é suficiente se o tablet não for o seu dispositivo principal. A One UI segue gastona, e uma jogatina de exclusivamente 20 minutos foi suficiente para consumir 4% de bateria. Soma-se isso a outros 20 minutos de vídeos no YouTube, e lá se foi 10% da robustez. O carregamento, com o carregador que vem na caixa do Tab S7, foi de aproximadamente 3 horas para fazer de 0% a 100%.

S Pen e Modo DeX


O que diferencia a risca Tab 7 das outras linhas de tablets da Samsung, e até mesmo de seus concorrentes incluindo a Apple é a possibilidade de usar esses dois recursos, um de hardware e outro de software. O modo DeX já existe na Samsung desde o Galaxy S8, mas ele cada vez faz mais sentido com as melhorias que vem obtendo, porquê a possibilidade de funcionar sem fio em celulares.

No caso dos tablets, ele basicamente transforma o Tab S7 em uma experiência de desktop, com interface bastante semelhante ao Windows, além de possibilidades maiores de multitarefa. Só que há um problema cá, que é o...

traje de nem todos os apps funcionarem corretamente nesse modo, porquê é o caso do Instagram, por exemplo. Ainda assim, pensando em produtividade, é uma boa, combinado com um teclado e mouse externos ou a própria envoltório-teclado da Samsung, que precisa ser adquirida à secção. Talvez não seja o suficiente para reformar seu notebook, mas poderá te salvar em atividades que possam narrar com maior mobilidade, porquê envio de e-mails, edição rápida de textos, apresentações e planilhas ou ainda uma edição menos detalhada de foto ou vídeo.



Já a caneta, que é maior e mais ergonômica que as presentes nos celulares, é um inferior praticamente indispensável do Tab S7. Por ter comandos suspensos, você ganha mais possibilidades para controlar o tablet através dela, além do gadget recontar com precisão para quem desenha ou edita, tornando a experiência muito mais fácil do que fazer exclusivamente com o dedo da mão. Ou por outra, ela funciona Bluetooth e carrega-la não morosidade mais que um minuto.

Cmeras


Talvez há um ano explorar câmeras para tablets não fazia sentido, já que dificilmente alguém sacaria um tablet da mochila para fazer uma foto. Mas a pandemia mudou esse quadro e, com mais pessoas em moradia, as câmeras voltaram a fazer sentido mormente para videochamadas. Para isso, o Tab S7 tem frontal de 8MP f/2.0 e capaz de gravar vídeos em Full HD a 30 fps. Parece pouco, mas tente procurar uma webcam capaz de gravar em 4K para ver o preço. Na traseira, conjunto duplo, de 13MP e 5MP.

O que surpreende é que a Samsung dedicou bastante atenção ao que as câmeras podem fazer. O aplicativo conta com modos presentes somente em celulares tops de risca, porquê o Modo Pro em vídeo, Single Take e

Concluso


O Galaxy Tab S7 é o melhor tablet Android disponível no Brasil, embora isso não seja necessariamente um motivo de orgulho, já que a concorrência é quase nenhuma. Mas o encómio cá fica para manifestar que a Samsung consegue trazer para um tablet uma experiência capaz de concorrer com modelos da Maçã.

E essa experiência se dá pela boa tela, mesmo sem ser AMOLED, um som estéreo e desempenho aprazível, de top de risco. Seu único porém está no sistema operacional, já que o Android ainda luta para oferecer uma experiência tão boa quanto o iPadOS. Talvez seja a hora de repensar um sistema individual para tablets, que aproveite todo o potencial de uma tela maior sem exclusivamente esticar a interface do celular.

Mas o problema cá é outro: o melhor preço no momento em que publicamos essa estudo é de R$ 5100, um valor talvez maior que um notebook intermediário com placa de vídeo dedicada, e até mesmo modelos gamer têm preços semelhantes. Esse valor já chegou a ser o suficiente para comprar até mesmo o Galaxy S20 Ultra, que apareceu em promoções. E não é só isso: a experiência do tablet só fica completa com a cobertura teclado, que custa muro de R$ 1200. A não ser que você realmente queira o melhor tablet Android disponível, não há motivos para recomendar o padrão, visto que um celular ou um computador top de risco custam a mesma coisa. Nossa recomendação para a compra do Galaxy Tab S7 acontece no momento que ele chegar a um patamar de R$ 4500, ou menos.

Prs e contras

PreoOtimizao do AndroidTela TFTSem capote protetora na caixa

Ofertas – Galaxy Tab S7

Ofertas – Capas protetoras

Fonte

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