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Coronavrus: Anvisa aprova uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford, mas com ressalvas


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  • Atualização (17/01/2021) por PM

Através de uma extensa reunião transmitida ao vivo pelos canais oficiais do governo (inclusive no YouTube), a Anvisa divulgou sua decisão em relação ao uso emergencial das vacinas contra COVID-19 no Brasil.

Apesar de unanimidade nos votos, ainda assim, foram ressaltados algumas incertezas a reverência de dados específicos dos estudos porquê, por exemplo, a eficiência das soluções de imunização entre casos mais graves e também em idosos.

A decisão foi confirmada neste domingo (17), e em seguida três gerências técnicas recomendarem o aval, Meiruze Freitas (relatora dos processos) votou pela aprovação dos dois imunizantes, acompanhada dos diretores Romison Rodrigues Mota, Alex Campos, Cristiane Rose Jourdan Gomes e Antonio Barra torres.


Para a Coronavac, a assinatura pelo Butantã foi condicionada de um termo de compromisso, prevendo a apresentação dos dados de imunogenicidade – ou seja, quanto tempo dura a resposta imune provocada pelo imunizante – da vacina (pois os entregues foram considerados insuficientes) até o dia 28/02.

Para a vacina de Oxford (exclusivamente as 2 milhões de doses que o governo está tentando importar da Índia) a decisão vai encetar a valer em seguida a publicação via ofício tanto do extrato quanto da ciência solene, porém, para esta algumas incertezas devem ser resolvidas.

Isso porque ainda é necessário um monitoramento e reavaliação periódica dos dados, até que as informações inconclusivas dos estudos realizados sejam devidamente coletadas.

  • Cláusula original (13/01/2021)

Coronavírus: Anvisa diz que decisão sobre o uso emergencial das vacinas vai transpor domingo (17)

A pandemia causada pela Covid-19 segue fazendo centenas de vítimas diariamente no Brasil. Porém, os pesquisadores estão trabalhando há bastante tempo em vacinas que tem porquê propósito imunizar a população, muito porquê virar casos graves da doença, um pouco que determina uma redução drástica no número de mortes.

Com base neste comportamento encontrado dentro das características de desenvolvimento das vacinas de Oxford e Coronavac, a Anvisa está pronta para propalar uma decisão final a reverência da autorização do uso emergência, temporário ou experimental das opções desenvolvidas pelo do Instituto Butantan e da Instalação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Fonte

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