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Bombas de insulina podem estar sujeitas à ação de hackers

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medtronic

A Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de provisões e medicamentos nos Estados Unidos, alertou na última quinta-feira (27), que as bombas de insulina dos modelos MiniMed 508 e MiniMed Paradigm, da Medtronic, estão sujeitas à ação de hackers e orientou que os aparelhos fossem recolhidos pela empresa.

Segundo o órgão, embora não tenham conhecimento de ações cibernéticas nos aparelhos, a medida está sendo tomada por prevenção aos cuidados dos pacientes. A FDA afirma que o risco da ação de hackers está ligado à informação sem fio entre a explosivo de insulina e outros dispositivos, porquê medidores de glicose, monitoramentos contínuos de glicose sanguínea, controles remotos e ao CareLink USB, aparelho usado em conjunto às bombas.

De tratado com o FDA, caso as bombas de insulina fossem mira de possíveis ataques de hackers, uma pessoa que se conectasse a tais aparelhos poderia perder a feição da explosivo, descarregando mais insulina no corpo e causando uma hipoglicemia, uma baixa quantidade de açúcar no sangue ou menos insulina que o necessário, ocasionando uma hiperglicemia, que é a subida quantidade de açúcar no sangue e até mesmo uma cetoacidose diabética, o excesso de ácidos na fluente sanguínea que é provocado pela subida taxa de açúcar no sangue.

“Qualquer dispositivo médico conectado a...

uma rede de comunicações, porquê o Wi-Fi ou a internet pública ou doméstica, pode ter vulnerabilidades de segurança cibernética que podem ser exploradas por usuários não autorizados”, afirmou Suzanne Schwartz, domínio da FDA especializada em segurança cibernética para dispositivos médicos, por meio de nota.

bomba de insulina minimed 508
Bomba de insulina MiniMed 508 da Medtronic

A Medtronic afirmou que os pacientes que usem um desses modelos devem buscar seu médico e determinar se concordam em fazer a mudança por um padrão mais seguro. Em seguida, os pacientes devem entrar em contato com a empresa, que fornecerá outra explosivo de insulina para seu tratamento.

As bombas de insulina são aparelhos eletrônicos utilizados para o tratamento de diabetes tipo um (DM1). As bombas são acopladas ao corpo do paciente por meio de um cateter e liberam insulina ao longo dia, podendo ser programadas com a quantidade de hormônio a ser liberado ou calcular a quantidade a partir do sensor de monitoramento glicêmico. As bombas estão disponíveis no mercado brasiliano por até R$ 15 milénio, mas não são fornecidas pelo SUS.

Fonte: R7

Bombas de insulina podem estar sujeitas à ação de hackers


Com informações de (Fonte):Guia da Tecnologia

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